https://opais.co.ao/index.php/2018/01/27/criadores-e-comerciantes-de-animais-podem-ser-detidos/

Wonderful news from Angola!

The Minister of Environment, Paula Francisco, has informed the nation that as of March this year, the Ministry of Environment will take strict measures against the selling of wildlife for bushmeat.

At this time, the most significat threat to the continued survival of Angola’s wildlife, and especially of large and medium-sized mammals, is most probably the thriving bushmeat trade. Wildlife in the rural areas, and even inside the Protected Areas, is being subjected to extensive poaching, to be sold for bushmeat in the big cities, markets and road-sides. Local communities are thus driven to deplete the very resources that their own survival depends upon, to feed unquesting demand in the cities. Even iconic species, among them the giant sable, the Naional symbol, are being seriously threatened by the bushmeat trade. To save the wldlife of Angola, these essential measures of the Government must be accompanied by a simple personal commitment of each and every Angolan citizn (or foreign resident), who cares about its natural patrimony, and especially those who live in the cities and certainly do not need bushmeat for ther survival: “I protect the wildlife of Angola, I do not eat bushmeat”. With joint efforts – it will be possible to see again, and in not too long, Angola’s remarkable wildlife, in the Protected Areas and throughout the country.

Angola está de parabéms nesta semana Nacional do Ambiente!

A ministra do Ambiente, Paula Francisco, informou a nação que, a partir de Março deste ano, o Ministério do Ambiente vai tomar medidas rigorosas contra a venda e os vendedores de animais selvagens.

Hoje em dia, a ameaça mais significante para a sobrevivência contínua da vida selvagem de Angola, e especialmente dos mamíferos de grande e média porte, é provavelmente o comércio da carne de caça. Os animais selvagens no meio rural, e mesmo dentro das Áreas de Conservação, estão sujeitos a caça furtiva extensiva, para serem vendidos para carne de caça nas grandes cidades, nos mercados, e ao longo das vias. As comunidades locais são, assim, levadas a esgotar os próprios recursos de que depende sua própria sobrevivência, para alimentar uma demanda indesejada nas cidades (sem mencionar os grandes riscos para a saúde tanto para os vendedores quanto para os consumidores). Até mesmo as espécies icônicas, entre elas, a Palanca negra gigante, o símbolo Naional, estão sendo ameaçados pelo comércio de carne de caça.

Para salvar a vida selvagem de Angola, estas medidas essenciais do Governo devem ser acompanhadas por um compromisso simples pessoal de cada cidadão Angolano (ou residente estrangeiro), que quer proteger o patrimônio natural do seu país, e sobretuo os que vivem nas cidades e certamente não dependem de carne de caça para a sobrevivência : “Eu protejo a vida selvagem de Angola, eu não como carne de caça”. Com esforços conjuntos – será possível ver novamente, e não em muito longe, a vida selvagem maravilhosa de Angola nas Áreas de Conservação e em todo o teritório nacional.